A mandioca, tão
conhecida de nós nordestinos, foi nomeada pela Organização das Nações Unidas
(ONU) como alimento mais relevante do século. Arbusto, muito usado na
fabricação de farinha, é consumido por pessoas e animais.
Além de farinha, a mandioca também é usada para fazer papel e celulose, na
panificação, indústrias têxtil, de fármacos e de cosméticos,
fertilizantes, bom emprego em campos de petróleo, siderurgia e ainda serve como
produto básico para a fabricação de alimentos sem glúten, lactose e ativados.
A mandioca tem a composição rica em carboidratos especiais que, entre outras
funções, conseguem liberar a glicose mais lentamente no organismo, garantindo
que não haja picos de açúcar, que a digestão seja realizada de maneira mais
fácil e, além disso, que o corpo mantenha os níveis de energia altos por mais
tempo.
Planta também é rica em vitaminas A, B1, B2 e C e é muito indicada para a dieta
de pessoas diabéticas, mesmo contendo muitos carboidratos que, quando
metabolizados, transformam-se em açúcar. Isso porque os carboidratos presentes
na estrutura não geram picos de glicemia, ou seja, produzem açúcar mais
lentamente. Nos dias atuais mandioca é cultivada sobretudo na Nigéria, Tailândia,
Indonésia, Brasil, República Democrática do Congo e Gana.
De acordo com o última declaração exposta pela ONU para a alimentação e agricultura, a fabricação mundial da raiz da mandioca resulta em cerca de 270,28 milhões de toneladas em 2014, permanecendo o Brasil na 4ª colocação com uma plantação de 23,24 milhões de toneladas. O Brasil concentra três grandes centros de produção: Pará, a região Sul e o Mato Grosso. No Nordeste é mais usado no fabrico de farinha.
Macaxeira e mandioca são plantas da mesma espécie. Em algumas regiões do Brasil usa-se apenas o segundo nome para designar o arbusto, seja qual for a variedade.

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