Reportagem publicada pela CBN mostra que a venda de produtos eróticos
disparou durante a pandemia. Enquanto a maioria dos setores da economia sofre
um abalo e tanto com a crise, os sex shops aumentaram as vendas em torno de
50%.A matéria publicada no site CBN/Globo traz inclusive vários depoimentos de
mulheres que estão usando produtos eróticos nestes dias de isolamento, talvez
uma maneira divertida ou prazerosa de passar o tempo.
Maria Carolina Oliveira, que trabalha na área digital, disse que sempre
teve curiosidade de comprar produtos em sex shop, mas tinha vergonha. “Nessa
quarentena eu ganhei dois vibradores de presente no Dia das
Mães. Foi uma surpresa muito boa, muito legal", comentou. Site
CBN/Globo informa que os lojistas estão trabalhando muito a questão do delivery
e o “kit de sobrevivência”, que é um kit de produtos essenciais para o casal
dentro da quarentena.
Então, em primeiro lugar, um bullet, que é um vibrador pequeno, potente,
versátil, o lubrificante íntimo, em segundo lugar, o gel beijável térmico, géis
de massagem e a calcinha tailandesa, que está muito na moda. É uma calcinha
diferente que estimula também a região clitorial.
Pesquisa mostra que a maioria dos consumidores de vibradores é composta
por mulheres de 25 a 35 anos que estão em um relacionamento. Para a
terapeuta de casal e educadora sexual Cristina Werner, o uso dos acessórios é
saudável tanto de forma individual quanto como parte do relacionamento: Na
Dinamarca, a venda de produtos eróticos também dobrou após a quarentena.
Já nos Estados Unidos, uma marca de sex shop doou milhares de vibradores
para incentivar as mulheres a ficar em casa.

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