A
informação já vinha sendo ventilada há algum tempo. Mas esta semana a prefeita
Raquel Lira confirmou na imprensa caruaruense a noticia de que, pela primeira
vez, desde que foi criado, o São João de Caruaru não será presencial.
E
o motivo não poderia ser outro senão a pandemia provocada pala Covid-19 cujo
risco de proliferação se dá também pela aglomeração de pessoas. Ainda sob a
obediência do Decreto do Governo de Pernambuco que determina a proibição de
eventos com mais de 500 pessoas, Caruaru estaria mil vez acima desse teto de
público num evento que lhe consagrou como cidade do maior São João do mundo. No
momento, a prefeita Raquel estuda promover o evento num caráter virtual com o
apoio de patrocinadores e sem usar verba pública para tal.
A
experiência inédita com certeza não terá o mesmo resultado de anos anteriores e
se prevê uma queda de quase 100% do montante financeiro que o evento levanta,
todos os anos.
O
São João de Caruaru não se restringe apenas ao Pátio de Eventos do entro da
cidade, mas se realiza também em dezenas de polos espalhados por toda a terra
do Vitalino, incluindo Alto do Moura.
Sua
cadeia produtiva gera uma economia exorbitante nos mais variados seguimentos
que abundam o evento e é esperado, todos os anos, como um momento de grande
efervescência econômica para o município e o estado em nível de arrecadações.
Campina Grande, sua principal concorrente, deve seguir no mesmo ritmo e com
certeza o Festival de inverno de Garanhuns deve ir no mesmo barco.

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